Corpos Não Paravam: Fotógrafo no Horror da Operação Rio
Bruno Itan relata 'corpos que não paravam' na megaoperação contra CV no Rio: 132 mortos, Doca foragido e críticas a execuções. Últimos notícias.
Corpos Não Paravam: Fotógrafo no Horror da Operação Rio
'Os Corpos Não Paravam de Chegar': Fotógrafo Relata Horror na Operação Policial Mais Letal do Rio Contra o Comando Vermelho Os complexos do Alemão e da Penha , na Zona Norte do Rio de Janeiro , ainda exalam o cheiro de pólvora e luto dois dias após a Operação Contenção , a ação policial mais mortal da história da cidade, que deixou um rastro de 132 corpos – muitos deles trazidos por moradores em lonas azuis improvisadas, alguns mutilados por tiros de fuzil. "Os corpos não paravam de chegar. Era um após o outro, descendo o morro em macas feitas de portas e tábuas. Vi mães chorando, crianças correndo... parecia o fim do mundo" , descreve Bruno Itan , fotógrafo da agência EPA, que documentou o caos de terça-feira, 28 de outubro, quando 2 mil agentes das Polícias Civil e Militar invadiram os territórios dominados pelo Comando Vermelho (CV). Sua imagem de uma mulher erguendo uma lona para revelar um corpo jovem, com ferimentos no rosto e peito, viralizou globalmente, simbolizan…