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| Imagem meramente ilustrativa via TuneBlaze Media |
Queda de Jato Brasileiro no Congo: Milagre na Pista em Obras que Podia Ter Sido Tragédia!
Um vídeo chocante viraliza nas redes: o instante em que um Embraer ERJ-145 da Airjet Angola, fabricado no Brasil, vira bola de fogo ao aterrissar no aeroporto de Kolwezi, na República Democrática do Congo. Segunda-feira, 17 de novembro, o avião — que levava o ministro das Minas congolês e uma delegação para inspecionar um desastre em mina que matou 40 trabalhadores — tocou o solo antes da cabeceira da pista 29, encurtada por 1 km por obras de manutenção. O trem de pouso principal desabou como castelo de cartas, a aeronave derrapou para fora da pista, e o rabo explodiu em chamas. Mas o impossível aconteceu: todos os 29 a bordo — 26 passageiros e 3 tripulantes — pularam para fora ilesos, correndo do inferno enquanto bombeiros lutavam contra o incêndio que engoliu o jato inteiro.
Pista traiçoeira, avião de 2001 voando para o governo congolês via Kinshasa e Lubumbashi... Isso grita descuido fatal! O ERJ-145, ícone da Embraer com histórico impecável (zero mortes em décadas), não aguentou o erro: NOTAMs avisavam da cabeceira deslocada, deixando só 1.500m de asfalto utilizável em uma pista de 2.410m. O impacto rasgou o trem, jogou o avião na terra além da pista, e o combustível virou tocha — cenas de pavor capturadas por passageiros, com gritos e fumaça preta sufocando o céu de Kolwezi, hub de minas de cobre que atrai voos arriscados. Autoridades congolesas, via BPEA, já abriram investigação: foi falha do piloto? Manutenção precária no aeroporto? Ou o caos de uma região onde pontes desabam e minas engolem vidas?
Kolwezi não é brincadeira — aeroporto isolado, servindo bilionários do cobre, mas com infraestrutura que parece do século passado. O voo MBC100, fretado para o ministro Louis Watum Kabamba, saiu de Lubumbashi sem alertas extras, mas o vídeo mostra o desespero: chamas lambendo a fuselagem, evacuação caótica, mas organizada o suficiente para zero baixas. No X, o clipe explode com milhões de views: "Milagre africano!", gritam uns; "Embraer resiste, mas Congo falha", ironizam outros. A Airjet Angola confirma perda total do D2-AJB, ex-Swiss Air, e parabeniza a tripulação — mas e a Embraer? Silêncio por enquanto, enquanto o mundo da aviação questiona: quantos alertas ignorados até o próximo fogo?
Esse tombo não é só acidente; é tapa na cara da aviação africana, onde pistas em obras e voos governamentais misturam risco com rotina. Todos saíram vivos, sim — mas e se o vento mudasse? Congo, hora de consertar o que quebra vidas.
